A Organização Mundial da Saúde aponta que até metade dos problemas de saúde mental começa antes dos 14 anos.
OMS, 2020. Uma revisão de 192 estudos indica cerca de 1 terço antes dos 14 e quase metade antes dos 18 (Solmi e colaboradores, 2022).
Uma plataforma completa que reúne escola, saúde e assistência social em um único fluxo integrativo. O professor observa, a equipe multidisciplinar avalia com segurança e a história da criança nunca se perde.
Procuramos parceiros para o piloto:

Dificuldades para aprender, mudanças de comportamento, choro frequente e medos muito grandes podem ser sinais de que a criança precisa de atenção. A escola costuma ver primeiro. A pergunta é o que acontece depois.
A Organização Mundial da Saúde aponta que até metade dos problemas de saúde mental começa antes dos 14 anos.
OMS, 2020. Uma revisão de 192 estudos indica cerca de 1 terço antes dos 14 e quase metade antes dos 18 (Solmi e colaboradores, 2022).
Estimativas internacionais indicam que cerca de 1 em cada 8 crianças e adolescentes tem algum transtorno mental. No Brasil, estudos regionais variam de cerca de 10% a 20%.
Polanczyk e colaboradores, 2015 (mundo). Revisão sistemática, BMJ Global Health, 2026 (Brasil).
Em quatro municípios brasileiros, entre estudantes de 6 a 16 anos com algum transtorno, só 19,8% haviam sido atendidos por serviço de saúde mental no último ano. Cerca de 4 em cada 5 não.
Paula e colaboradores, PLOS ONE, 2014. Estudo com 1.721 estudantes, não representa o país inteiro.
Perceber sinais não é diagnosticar. O professor observa e registra. Quem avalia é o profissional de saúde.
O Periscópio organiza o caminho que a informação percorre. Ninguém precisa entender de termos médicos para usar.
Em uma ficha simples, com fatos observados em sala: o que aconteceu, quando e com que frequência. Sem rótulos e sem diagnóstico.
Sai daqui: a ficha de observação.
A equipe da escola completa o registro e envia ao médico responsável. Depois do envio, o registro fica só para consulta e cada mudança fica anotada.
Sai daqui: um resumo de uma página.
O médico escolhe quais especialistas chamar. Cada um preenche só a sua parte e devolve ao médico, que reúne tudo e decide os próximos passos com a família.
Sai daqui: encaminhamento, acompanhamento ou encerramento do caso.
A decisão final é sempre do médico responsável.
Capacitações, materiais para professores e responsáveis e supervisão à distância para as equipes.
Observações, encaminhamentos e evolução da criança reunidos, sem fichas soltas e sem repetir a mesma história a cada serviço.
Dá para ver onde cada caso está e se alguma etapa parou, para retomar o contato antes que a família se afaste.
Indicadores para acompanhar o programa e decidir se ele continua, muda ou cresce. Mostram o conjunto, nunca um aluno.
O piloto serve para testar o Periscópio na prática, junto com quem vai usar, e medir se ele ajuda. Escolha o perfil mais próximo do seu.
Educação, saúde e assistência social trabalhando no mesmo fluxo.
Um caminho claro para o que fazer depois que o professor percebe algo.
Associações, ONGs, fundações e serviços de saúde ou assistência que atendem crianças.
O Periscópio não nasceu como software. Nasceu em um município, com escolas, equipe de saúde e assistência social trabalhando juntas. A plataforma leva esse método para o dia a dia de outras redes.
Começa em Tarumã. O município, escolhido por sorteio, reúne gestores, forma núcleos por área, levanta as necessidades locais e capacita as equipes.
Escola, saúde e assistência juntas. O programa Saúde Mental na Escola une observação na escola, atendimento especializado no núcleo assistencial, orientação às famílias e acompanhamento pela rede.
531 crianças receberam tratamento especializado, segundo o registro institucional do Periscópio. Esses são resultados do que foi vivido em Tarumã e não garantem o mesmo resultado em outros lugares.
Um guia prático para as escolas reúne protocolos de avaliação, manejo escolar, orientação às famílias e encaminhamentos. A plataforma digital leva esse método para o dia a dia das redes parceiras.
Psiquiatras, neuropsicóloga, fonoaudióloga e psicopedagoga supervisionam o método, discutem os casos mais difíceis e acompanham o piloto.

Psiquiatra · Coordenadora e autora do Periscópio

Psiquiatra da Infância e Adolescência

Fonoaudióloga

Neuropsicóloga

Pedagoga · Psicopedagoga e Psicomotricista

Assistente de pesquisa

Assistente de pesquisa

Desenvolvedor Sênior · Tech Lead · Programador principal da Plataforma Periscópio

Estamos falando de crianças. Por isso cada pessoa vê só o que precisa e as decisões de saúde ficam com quem tem formação para tomá-las.
| Quem | O que faz na plataforma | O que vê |
|---|---|---|
| Professor | Faz o primeiro registro e encaminha à escola | Só o que a escola autorizar |
| Equipe da escola | Completa o registro e envia ao médico | O próprio registro e o resumo autorizado |
| Médico | Escolhe os especialistas e decide os próximos passos | O caso completo |
| Especialista | Preenche só a sua parte e devolve ao médico | A ficha da escola e o resumo aprovado |
| Gestão | Acompanha o programa | Só números do conjunto, nunca um aluno |
A base legal e o consentimento das famílias são definidos junto com a sua rede, no plano de implantação.
No piloto, o Periscópio é usado em uma rede ou instituição parceira durante o ano letivo. A jornada principal já pode ser vista em demonstração; o piloto serve para validar o uso real com você. No fim, um relatório mostra o que funcionou e o que precisa mudar.
Uma conversa para entender o seu caso. Depois, combinamos em conjunto as responsabilidades, a equipe, a estrutura, a capacidade de atendimento e o cronograma, e registramos tudo no plano de implantação.
O formato do acordo depende das regras do seu órgão ou da sua organização. Conversamos sobre as opções.
O modelo previsto tem uma taxa única de implantação e uma licença anual por escola, que cobre hospedagem segura, proteção de dados, suporte, atualizações e relatórios para a gestão. Os valores são apresentados no plano, conforme o número de escolas e de alunos.
Os critérios de cálculo são definidos com você, no planejamento.
O relatório final apoia a decisão conjunta de continuar, ampliar ou mudar o programa. Os indicadores medem o funcionamento do piloto e não prometem resultado para a criança.
Não. O Periscópio organiza informações, documentos e encaminhamentos entre escola e equipe de saúde. A avaliação e as decisões são sempre de profissionais de saúde habilitados.
Não. O professor registra o que observou em sala, em linguagem do dia a dia: o que aconteceu, quando e com que frequência. Termos médicos ficam com a equipe de saúde.
Só quem precisa, conforme o seu papel. O especialista, por exemplo, vê a ficha da escola e a sua própria parte. A gestão vê apenas números do conjunto, nunca um aluno. Cada aluno aparece por um código, sem nome.
Durante o piloto, está prevista a licença sem cobrança, que será formalizada em contrato. Depois, o modelo previsto tem uma taxa única de implantação e uma licença anual por escola. Os valores são apresentados no plano, conforme o número de escolas e de alunos.
Depende do seu órgão ou da sua organização. Na conversa, mapeamos as opções de formato com você e com a sua área jurídica.
Pode. Na conversa, entendemos o tamanho da sua rede ou da sua instituição e desenhamos o piloto a partir dele.
A base legal e o consentimento são definidos junto com a sua rede, no plano de implantação, seguindo os princípios da LGPD para dados de crianças.
Conte quem é a sua instituição e o que você quer resolver. A equipe do Periscópio responde para marcar uma conversa.